sábado, 12 de dezembro de 2015

ESTUDO 08 – REFLEXÕES SOBRE O PECADO ORIGINAL E O BATISMO

 “E ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo: De toda árvore do jardim, comerás livremente, mas da árvore do bem e do mal não comereis, porque no dia que comerdes, certamente morrerás” (Genesis: 2, 16-17).

O Pecado Original tem sua base fundamentada no catolicismo e denominações protestantes. Esta narrativa bíblica tem sido como a queda do primeiro casal e sua descendência. Tem sido tema eficaz de controle mental das mentes ignorantes e dos mais pobres.
Estas religiões afirmam a necessidade de um sacrifício de alto valor, um sacrifício que seria capaz de saciar a fúria de Deus, já que o primeiro casal teria desobedecido suas ordens.
Vamos analisar isto!
Se o fruto não fosse comido pelo primeiro casal, o que teria acontecido à raça humana? Pois a procriação só pode existir se houver conhecimento de tal fato.
Vamos ver o que as Escrituras dizem:

“Crescei e multiplicai-vos, povoai a terra e tomai-a”.

Interessante! Deus condena o primeiro casal e a genitora Eva a sentir dor ao ter filhos e Adão a conseguir sustento com suor de seu rosto. Mas, como fica a lei da procriação? Isso não poderia existir sem conhecimento dela.
Se pensarmos que Deus é amor, onde está a sua compaixão em relação à queda do casal? E a questão do livre arbítrio, como Deus pode condenar uma atitude que Ele mesmo colocou em sua frente?
 É óbvio que a interpretação da Bíblia está equivocada, pois se Deus não quisesse que o primeiro casal não tivesse comido do fruto, não teria o colocado no jardim. Poderia Deus invalidar sua própria lei, a do livre arbítrio? São coisas a se pensar...
Outro ponto interessante a saber é que curiosamente, os primeiros livros da Bíblia são “cópias” idênticas dos VEDAS, o Livro Sagrado dos Hindus.
Agora, acreditar que Deus pune, julga, castiga filhos pelos pecados de seus pais e invalidar suas características de um Deus amoroso, seria uma incoerência sem tamanho.


Veremos agora, a questão do Batismo.
Lembre-se que a história diz que depois do primeiro pecado seria necessário um sacrifício de alto valor para afagar a fúria de Deus.
O ritual consiste em fórmulas para orações e administração do sacramento (Santa Ceia), fórmulas essas com o intuito de incitar o sentimento religioso aos seres humanos.
O Batismo é considerado algo sagrado e inerente para a quitação do pecado original, pessoas não se casam se não forem batizadas, essas cerimônias só são aceitas se feitos por terceiros, pessoas privilegiadas de seitas e instituições hierárquicas.
Fatalmente, é fácil notar que o batismo foi introduzido com intenções a favorecer tais instituições.
Batismo: sua origem é milenar. Nascido na Grécia antiga. Havia uma religião cujo seu culto é direcionado à “Deusa da Torpeza” que se dominava “Cotito” a que os moradores de Atenas rendiam seus louvores e cultos.
Tal religião era constituída por sacerdotes conhecidos como os “Baptas”.
Os Baptas banhavam as pessoas com perfume para purificação de seus pecados antes da cerimônia principal, deixando em toda a história este ato como “a purificação do espírito”, que mais tarde fora chamado de batismo.
Os hebreus da Bíblia não tinham ainda adotado tal prática, porém seu ritual de purificação era a circuncisão, uma prática pouco higiênica, decretada por Moisés.
Na era seguinte, nasce João Batista, um homem conhecedor dos mistérios e da Ciência da Grécia, colocou fim à ideia da circuncisão.
 João Batista era conhecedor nato da cerimônia religiosa de purificação do espírito, ritual dos sacerdotes Baptas e decidiu substituir a prática da circuncisão pela imersão no Rio Jordão. O seu sobrenome Batista tem sua origem do nome Baptas, qualificativo dos sacerdotes da Grécia, que se banhavam antes das cerimônias.
Aconselhamos a tomar nota desta seguinte escritura:

Deixai vir a mim as criancinhas, e não as impeçais; porque delas é o reino dos céus (Marcos, capítulo 10, versículo 14)”.

Acredito que essa é a chave para tudo: uma criança, além de ser pura em seus pensamentos, é autêntica, não faz o que os outros acreditam, mas sim o que acredita ser certo.
E o que é certo?
Em minha concepção, certo é o que é feito com AMOR.


Observações deste Administrador:
Vemos igrejas imensas com aparatos maravilhosos para suas cerimônias, enquanto pessoas sofrem como mendigos em uma sociedade que os exclui, só porque não se tem onde morar e se sustentar.
Para reflexão: é certo seguir tais cultos?
Não sejais ignorantes em conhecimentos, estudai, estudai, estudai e praticai a caridade sem acepção.
E quanto à Adão e Eva? Existiram realmente?
Uma das maneiras de saber a verdade é analisando seus sentimentos em relação à qualquer questão (algo que discutiremos em outra oportunidade/estudo).
A segunda (que é bem aceita) é fazer uma comparação da Bíblia ou de todo o Evangelho com a ciência e a física quântica, ou seja, tudo o que estiver em uma, tem que estar na outra, com palavras e estudos diferentes, mas ao frigir dos ovos, significam a mesma coisa.
 A ciência e a física nunca provaram a existência de Adão e Eva. Nunca foi encontrado em lugar nenhum no planeta indícios do Jardim do Éden.
Há aqueles irmãos mais carentes de conhecimento. Quando forem acepcionados por qualquer instituição religiosa sobre o batismo, porque não podem isso ou aquilo, lembrem-se que não precisam mais se frustarem, por tais acepções, pois agora todos vós tem o conhecimento que o batismo é uma cerimônia pagã. Portanto, inválida ao Criador.
Lembraremos, mais uma vez, da famosa escritura do Mestre:

Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
O Cristo


Por: Jonas Moreira – 12/12/2015

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